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O que nunca te disseram sobre escovas de dente

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Desde as cavernas o ser humano se preocupa com a higiene bucal. Nesta época, os dentes eram limpos com folhas e pedaços de gravetos. Três mil anos antes de Cristo os agísios utilizavam um graveto com as pontas desfiadas para limpar os dentes. No século dezesseis, os objetos de limpar os dentes já eram parecidos com a nossa escova atual, pedaços de ossos ou bambu serviam como cabo e pêlos de porcos em uma fileira de cerdas eram a parte que entrava em atrito com os dentes. Não demorou muito a novidade chegou à Europa e passou a se modernizar. Nesse momento, as cerdas passaram a ser feitas de crinas de cavalo e penas de algumas aves. Em 1844, foram desenvolvidas escovas com três fileiras de cerdas. Em 1939, com o surgimento do nylon, as escovas passaram a ser fabricadas com este material.

Hoje nos deparamos com todos os tipos de escovas de dentes. Elas se diferem tanto pelo cabo, como pela cabeça. As cerdas também podem variar, e cada tipo tem uma finalidade principal. Os cabos das escovas de dente precisam ser escolhidos com cautela. É neles que se emprega toda a força para escovar os dentes. Os cabos precisam ser grandes o bastante para que sua mão caiba confortavelmente. Sua espessura também varia conforme a necessidade de cada usuário. Para ajudar na firmeza das mãos e dedos é recomendado o uso de cabos emborrachados.  Algumas escovas, para diminuir a quantidade de força empregada, apresentam a parte superior do cabo, um pouco maleável. Mas esta característica faz o usuário sentir que não está exercendo força e essa sensação faz com que ele aplique ainda mais pressão, danificando os dentes.

Algumas escovas apresentam sua ponta arredondada, outras mais quadradas. O recomendado pelo dentista é que a chamada cabeça da escova de dentes apresente a primeira opção e que esta seja menor para alcançar as partes mais difíceis da boca.

As cerdas das escovas são um caso a parte, elas podem ser duras, macias, de ponta arredondada, de ponta vinte vezes mais fina, de ponta espigada. Algumas pessoas, por terem a mão mais pesada, preferem as cerdas mais duras, mas as mais  recomendadas pelos dentistas são as macias. Estas conseguem penetrar nas partes mais profundas entre os dentes e as gengivas. São bastante indicadas para pacientes com sensibilidade e gengivite. Algumas escovas apresentam em suas pontas, cerdas mais alongadas que as demais para que alcancem as partes mais profundas da boca. Entretanto as mais recomendadas pelos profissionais são as planas, onde todas são do mesmo tamanho. Algumas escovas apresentam cerdas anguladas, o que facilita o movimento de vai-e-vem. Cerdas espigadas são utilizadas para uma maior limpeza entre os dentes. As de ponta fina, penetram com mais facilidade nos cantos mais escuros da arcada dentária. Contudo, as preferidas dos especialistas são as de ponta arredondada, que evitam ferir a gengiva.

Há também a escova eletrônica, que funciona a pilha, pode ser utilizada embaixo do chuveiro sem riscos. Esta escova apresenta a cabeça redonda. Suas rotações são de 180 graus, em movimentos que intercalam sentido horário e anti-horario. O mais importante na escolha da melhor opção é o consumidor entender que todas as versões de escova fazem seu trabalham muito bem. Uma boa escova pode melhorar sua experiência mas o mais importante é ter uma boa qualidade na escovação e fazê-la várias vezes depois das refeições e antes de dormir. Ao ler este artigo, é inevitável olhar para as escovas de forma diferente na próxima vez formos ao mercado.


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